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Os imãs permanentes modernos são hoje um dos meios mais convenientes para a transferência de energia de uma forma para outra, e um componente essencial para uma variedade de equipamentos. Muitos materiais magnéticos novos oferecem ao projetista, novas latitudes que irão ajudar a tornar os imãs permanentes mais populares, e o trabalho de nossa empresa, está baseado em promover um tratamento compreensível e integrado em todos os aspectos dos modernos imãs permanentes e suas aplicações.
Até a pouco tempo, a historia do magnetismo foi muito pouco explorada e não é no geral conhecida, quão poderosos eram os imãs produzidos a mais de dois séculos atrás, ou que métodos foram usados para a sua produção.
Os únicos imãs permanentes conhecidos desde a antiguidade, era uma pedra, denominada de “Calamita ou Pedra Imã”, a qual era uma variedade da Magnetita (Fe3 O4), encontrada na natureza.
Ela recebeu o nome clássico de Magnetos, porque fora encontrado na Magnésia, em um distrito de Thessaly, na Grécia. Thales de Mileto (600 AC), relata que tomou conhecimento de suas propriedades anormais e seu poder atrativo por vários filósofos da Grecia Antiga do período de 400 a 200 AC.
O primeiro imã permanente artificial foi uma agulha de ferro, contatada por atrito com uma Calamita ou Pedra Imã. Por volta do ano de 1200, um francês, chamado Hugue de Bercy, relata em seu poema satírico “La Bible”, uma bússola feita com uma agulha imantada e flutuando em cima de uma palha.
Somente no último século, foi que o desenvolvimento dos imãs permanentes tomou velocidade, começando com os imãs fundidos de aço cobalto e Alnico (5,0 MGO), porem utilizando matéria prima nobre, tais como Alumínio, Níquel, Cobalto, Cobre Ferro e Titânio, chegando aos imãs de Ferrite de Bário e Estrôncio, Isotrópicos e Anisotrópicos (Ba Fe2 O3) (3,6 a 4,0 MGO), os quais por baixo custo dominaram uma grande parcela do mercado, tivemos posteriormente o desenvolvimento dos imãs de Samário Cobalto, os quais ampliaram de forma radical o poder energético dos imãs (18 a 26 MGO),porem a um alto custo (80%de Cobalto na liga), o que redundou em um uso muito pequeno e seletivo, até chegar no fim dos anos 80, os imãs de Boro Neodímio, (Última geração), os quais revolucionaram o mercado, graças a uma formidável relação entre sua força coercitiva (Hc medida em Oersteds) e sua densidade de fluxo (Bg medida em Gauss) hoje já em escala industrial de até 50 MGO e em laboratório até 60 MGO e estando seu custo muito abaixo dos imãs de Alnico e Samário Cobalto, propiciando hoje com isso, os maiores avanços na fabricação de micros motores poderosos, Separadores magnéticos, Transportadores, Acoplamentos magnéticos a distância cada vez maior e uma série de equipamentos e projetos para facilitar cada vez mais a vida do homem na Terra.
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